Criolo Doido começou a cantar rap em 1989, sendo que até início da década de 2000 era praticamente desconhecido. Trabalhou como educador entre 1994 e 2000. Em 2006, lançou seu primeiro álbum de estúdio, intitulado Ainda Há Tempo e fundou a Rinha dos MC's existente até hoje. Ela abriga batalhas de freestyle, shows semanais, exposições de graffittie fotografias. No ano seguinte, fez participação no Som Brasil Especial em homenagem àVinícius de Moraes; e foi indicado ao Prêmio Hutúz em duas categorias: "Grupo ou Artista Solo" (onde perdeu para GOG) e "Revelação" (vencido por U-Time).[4] Em 2008, recebeu o prêmio "Música do Ano" e "Personalidade do Ano" na quarta edição do evento "O rap é compromisso".
Entre o rap e o não-rap, Criolo reluta em definir-se “músico”. “Um dia pretendo ser músico, viu? Como diz meu pai, às vezes a gente não tem ritmo nem para andar. Não sei tocar nenhum instrumento, nunca fiz aula de canto, nada. Lutei muito e tive de provar para mim mesmo e para muita gente - não que eles tenham pedido, OK? - que tenho condições de expressar um pouquinho do que o meu coração diz.”
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